Homenagem a Pedro Paulo Soares da Silva, o Mano Brown, Cachorro Louco
POETA DO RAP
"Eu vejo a injustiça. Falo como vejo as coisas. A polícia é preconceituosa. Preto não pode ter as coisas, tem que ficar toda hora provando de onde veio, de onde comprou, mostrar notas fiscais...Caras da nossa cor, falando gíria em cima de um som discriminado como o rap, irrita porque eles não esperavam: " Como é que nós deixamos isso acontecer, ó o tamanho que os caras tão ! " Isso vai dar liberdade pra preso falar, favelado...Então para os caras isso é uma conspiração dos pobres, dos presos, dos pretos, dos favelados"
Todos os irmão são bem vindo pra troca a idéia sobre o que rola na onda do Rap Nacional, fora zé povinho, que só fazem peso na terra, vermes.
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